Perguntas referentes à entrevista de Bandas Covers - Jack Johnson Cover - (2ª parte)

 

5 – Vocês se consideram uma banda cover, ou apenas fazem cover de outras bandas como pontapé inicial para entrar no mercado da música?

 

R: Somos cover mesmo. E cover de um cara só.

 

6 – A idéia da banda é parar por aí, vivendo na sombra de grandes bandas, ou produzir um som próprio, ainda que influenciado por bandas famosas?

 

R: Recebemos uma proposta de gravar um primeiro CD recentemente e isso mexeu um pouco com todos da banda. Pode ser que as coisas mudem, porque até então o objetivo era “parar por aí”.

 

7 – Como vocês enxergam a postura das grandes gravadoras frente às bandas covers, ainda que artistas como Emerson Nogueira e Alex Cohen tenham conseguido contratos ao interpretar apenas músicas de outros cantores?

 

R: Somos covers, mas não gostamos de covers! Se a postura das gravadoras pode ser considerada dura demais em relação a esse tipo de profissionais, nós somos os primeiros a concordar. Tentamos aproximar ao máximo o som que fazemos do som original. Não faz sentido nenhum gravar alguma coisa que já está gravada. Muito menos, estragar clássicos da música como o Emerson Nogueira teve coragem de fazer.

 

8 – Retomando a resposta da segunda pergunta, é do anseio de vocês conseguirem um contrato para ter a música como trabalho? Pra isso seria necessário a gravação de um Cd da banda. Esse Cd existe, ainda que apenas no papel?

 

R: Não. Não existe CD.

 

Tá aí galera a entrevista da banda Jack Johnson Cover, como nós prometemos.

 

Perguntas referentes à entrevista de Bandas Covers - Jack Johnson Cover - (1ª parte)

 

1 – Qual o nome da banda e o por quê da escolha do nome?

 

R: Jack Johnson cover. Porque não tivemos tempo pra pensar em um nome melhor. A banda foi criada para uma festa específica. Deu certo e assim continuou.

 

2 – Há quanto tempo vocês estão juntos, e como foi formada a banda?

 

R: Juntos há três meses, a banda foi formada com um rearranjo de componentes de outra banda.

 

3 – Como vocês enxergam a música na vida de vocês?(Paixão, trabalho, etc...).

 

R: Enxergamos como diversão. Um bom pretexto pra reunir os amigos, tomar uma cerveja e tocar/ouvir aquilo que gosta.

 

4 – No início foi fácil achar a identidade da banda?

 

R: Ainda estamos nessa etapa (início). Está sendo difícil.

Perguntas referentes à entrevista de Bandas Covers (2ª parte)

 

5 – Vocês se consideram uma banda cover, ou apenas fazem cover de outras bandas como pontapé inicial para entrar no mercado da música?

 

R: Usamos este lado cover apenas como um pontapé para entrarmos no mercado. Este lado cover é muito ingrato. Queremos ser reconhecidos com o nosso trabalho!

 

6 – A idéia da banda é parar por aí, vivendo na sombra de grandes bandas, ou produzir um som próprio, ainda que influenciado por bandas famosas?

 

Toda banda que usa o cover como forma de trampolim tem o sonho e a vontade de sobreviver com suas próprias canções. Essa é a nossa vontade. Sobre as influencias, todas as bandas sofrem influencias desde as mais famosas como as ainda desconhecidas.

 

7 – Como vocês enxergam a postura das grandes gravadoras frente às bandas covers, ainda que artistas como Emerson Nogueira e Alex Cohen tenham conseguido contratos ao interpretar apenas músicas de outros cantores?

 

R: Não aprovamos isso, não acho bacana ficar vivendo de passado como esses interpretes acima fazem. Têm tantas bandas ótimas por ai que tem um trabalho próprio muito bom, e ninguém os enxerga.

 

8 – Retomando a resposta da segunda pergunta, é do anseio de vocês conseguirem um contrato para ter a música como trabalho? Pra isso seria necessário a gravação de um Cd da banda. Esse Cd existe, ainda que apenas no papel?

 

R: Estamos ai na estrada correndo atrás desse sonhado contrato. Acho que tudo nessa vida tem sua hora e lugar. Tenho na minha mente que o cara lá de cima não nos deu esse dom à toa!! O que é nosso está guardado!

A respeito do Cd, algumas músicas nossas já estão gravadas e já estão sendo executadas em algumas rádios do Brasil, outras ainda só estão no papel, mas já temos a quantidade necessária para o nosso primeiro trabalho.

Aí galera!

Tá aí a entrevista com a banda In Focus. Daqui a opuco iremos postar a entrevista com a banda Jack Johnson Cover. Valeu!

Perguntas referentes à entrevista de Bandas Covers (1ª parte)

 

1 – Qual o nome da banda e o por quê da escolha do nome?

 

R: In Focus, este nome saiu aos 18minutos do segundo tempo (risadas). Minutos antes de entrarmos no palco a primeira vez. Já tínhamos feito varias listas com centenas de nomes e nada de sair algum bacana. Ate que o Heráclio(baterista) soltou este nome do nada!! Daí decidimos por este mesmo, e só depois fomos descobrir o que ele significava. In focus significa estar no centro das atenções.

 

2 – Há quanto tempo vocês estão juntos, e como foi formada a banda?

 

R: A In Focus tem 7 anos de vida, mas na formação atual estamos juntos a 5 anos! Formar uma banda foi uma idéia minha(Marco Aurélio. Vocal) e do ex- guitarrista Victor Espindola, cantávamos em um coral no colégio que estudávamos e daí pra ter uma banda foi um pulo.

 

3 – Como vocês enxergam a música na vida de vocês?(Paixão, trabalho, etc...)

 

R: No começo tudo era brincadeira de moleque, mas quando vimos já estávamos tocando em grandes festas, shows e exposições. Não deixou de ser uma grande paixão, mas agora é um trabalho também!

 

4 – No início foi fácil achar a identidade da banda?

 

R: Foi muito difícil, porque apesar de sermos grandes amigos, todos tem influências musicais diferentes, e isso por um lado é bom e ruim ao mesmo tempo. Mas hoje posso dizer que temos uma opinião formada sobre o nosso estilo. É muito difícil chegar a essa identidade, mas quando se chega, tudo fica mais fácil!

E aí galera!

Tô postando pra avisar que as entrevistas nossas estão prontas e que nós vamos postar hj ainda. Nós estamos estudando a possibilidade de linkar a entrevista pra outra página da web.

É só aguardar.

POR DANIEL MACHADO

Blz galera!!!

Você sabia?!

 A maior banda cover de Beatles é de B.H e se chama Sgt.Peppers!! Eles já ganharam várias edições do concurso de melhor cover dos Beatles no mundo!!! Sabe aonde? Em Liverpool, terra de Jonh, Paul, George e Ringo!!

Valeu!!!

Matheus

E ai galera

O Programa covernation apresentado por Marcos Mion é um programa como o próprio nome diz, para bandas Covers. E um programa que da um espaço a bandas que comumente se sente em favor de seus ídolos. A dinâmica se baseia em competições entre as mesmas que buscam um destaque na mídia. Esse duelo é feito através de  provas e testes que comprovam a eficácia de cada banda, ou melhor, dizendo: clone. Esse tipo de programa que é desenvolvido pela MTV (Music Television) já era cotado pela própria emissora que vinha dar  um espaço as bandas. Fica a dica: Para quem gosta de bandas covers e curte um bom som, vale a pena conferir.

Por Allan Milaheb

 

Blz galera!!

Está aí um site legal pra vcs visitarem a respeito da dimensão do rock e na amplitude de qualidade que as bandas covers reproduzem seus ídolos!!!

 

 

http://www.obaoba.com.br/noticidetalhes.asp?ID=264as/noticias_

Caros Colegas

Conforme foi dito na tese de mestrado desenvolvida pela autora Juliana Gonzaga Jayme a desterritorialização é algo a ser pensado por nós. Não podemos ser neutros quando falamos dos "Clones" que eles vivem em uma vida sem nexo e sem um lugar definido. Muitos deles vivem com amigos, parentes e até com os próprios pais. A aceitação por parte de alguns se tornam difíceis  e muitos são obrigados a deixarem seus lares e vivem sozinhos seguindo a trajetória de seus sonhos. Essa problemática vem causando grandes constrangimentos e imparcialidades. A forma de viverem a vida de seus ídolos, não os impedem de viverem a vida normal que nós cidadões vivemos. No caso da Banda Infocus, o integrante Marco Aurélio mora sozinho com os amigos, e leva uma vida normal, como qualquer outro cidadão. Estuda e leva a vida como ela deve ser "vivida".

 

Por Allan Milaheb

 

Breve comentário sobre o texto O Trabalho de campo:

A pesquisadora Juliana Gonzaga entrevistou varias bandas covers, sendo que essas entrevistas eram feitas isoladamente,  em espaços não ideais, más mesmo assim ela não deixou  de observá-los em festas e shows. Percebemos que os clones pesquisados pela pesquisadora Juliana Gonzaga, eram extremamente narcisistas, pois eles se mostravam mais animados com a pesquisa a cada foto tirada e a cada vídeo feito pela pesquisadora;

Descobrimos também que os clones multiplicam ídolos, artistas pop, ao saírem nas ruas como replicas que são e pretendem ser.

Jovens querem cada vez mais ser parecidos com seus ídolos.

Por Vanessa Martins - colunista do site estudantes (http://www.estudantes.com.br/painel/bandas_covers.asp)

No mercado atual, montar uma banda cover é algo relativamente fácil. Com a ajuda da internet, encontrar integrantes não é nenhuma batalha de extrema dificuldade, os obstáculos, porém, vão surgindo no meio do caminho. Geralmente há uma certa distância entre cada integrante, que atrapalha até mesmo para um simples ensaio. Essa, aliás, é outra questão: dependendo das condições financeiras do grupo, pagar entre 25 e 30 reais a hora em estúdio, acaba se tornando mais um empecilho.

Os problemas não param por aí. A banda está pronta e depois de muito sacrifício já está apta a fazer shows em bares e casas noturnas. Novamente uma objeção surge diante desses jovens, a princípio não é nada difícil encontrar algum lugar para tocar de graça, afinal de contas é necessário fazer uma boa propaganda da banda. Depois de um certo período, esse tipo de imposição já não é mais aceita, pois o grupo já se tornou bem divulgado, esse um é dos problemas mais comuns entre as bandas cover e aquelas com um estilo próprio. No momento em que começam a ganhar uma remuneração pelo show, percebem que podem, sim, ter um futuro promissor nessa área.

(...)

São muitas as dificuldades para ter uma banda, mas os prazeres compensam, que o digam os covers.

 

POR DANIEL MACHADO

Caros Colegas

 

 

Através do trabalho empírico de campo com bandas covers, podemos observar a controvérsia que bate a respeito da designação que esses clones, comumente clamados por “copias” de seus ídolos, podem influenciar no comportamento de seus públicos. Esses clones vivem numa total desterritorialização, pois vivem em seus ambientes designados pelos seus ídolos, como boates, shows, eventos. E muitos deles não têm um ambiente fixo vivem em qualquer lugar, numa total nomalidade.

Aparentemente encontra esses clones em grandes centros urbanos, como são Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Muito dessas “copias” não tem uma função a ser exercida por eles, e muitos vivem nos sonhos de seus ídolos, vivendo a vida que eles levam. A roupagem muitas vezes se extrapola ao natural do normal que seus ídolos vivem e acabam exagerando na etiqueta. Muitos deles levam essa vida como um simples prazer e não encaram isso como um modo de vida. Eles têm outras funções, são advogados, médicos e fazem isso por satisfação, como praxe.  Apesar disso muitos tem dificuldades em falar de suas vidas, de seus modos de pensar e agir e muito se sentem angustiados quando se fala porque escolheram esse modo de vida. Ao entrevistar alguns clones, podemos perceber o sentimento de revolta, de angustia e muitos ao serem entrevistados se sentiram constrangidos, outros não, se sentiram assim, mas capazes a darem entrevistas e levando isso como forma de divulgação de seu trabalho. Eles aparentemente, buscam a notoriedade com roupas e até entonação de voz no caso de cantores consagrados a nossa sociedade.

Observa-se também uma grande gama de interesses por pesquisadores em tratar de assuntos e pesquisas em áreas urbanas. No entanto observa que a autora Juliana Gonzaga Jayme detentora de uma tese de mestrado pela UNICAMP, distingue a idéia de “não lugar”, comparando a mesma a uma supermodernidade. Para a autora essa realidade se distingue em duas: a primeira aos espaços constituídos em relação a certos fins (como transporte, lazer) é mais momentâneo. A segunda se relaciona a primeira, no caso dos indivíduos com esses lugares. Essa idéia de “não lugar” já foi discutida por outros autores como Marc Augé, discutindo exclusão e a preocupação com contextos culturais. O mundo contemporâneo chama o olhar antropológico. A autora ainda discute a idéia de encontro , ou seja, à medida  em que avança a coleta de dados, a observação, as conversas e mesmo a reflexão teórica , se percebeu o mais nitidamente essa idéia de cunho para o pesquisador e para a pesquisa em geral. Em seu trabalho a idéia de clone se volta para a de sacerdote, ou seja, do mito distante. E por último observa-se que a pesquisa de campo na antropologia não está diretamente vinculada a espaços físicos demarcados, e mesmo com essas características, o campo multifacetado, é possível ter uma observção direta. Este trabalho despontou a necessidade de pensar a distancia do ponto de vista de prestigio.

 

Por Allan Milaheb

 

 

 

 

 

Aí galera, tá aí um breve histórico da In Focus, uma banda bacana que antes de aparecer na mídia através de gravadoras grandes, canta músicas de outras bandas. Esta será um dos nossos objetos de estudo.

02-May-05 - Sobre a Banda Infocus

A Banda In Focus foi fundada em João Monlevade no final de 1999, é constituída de cinco jovens, com média idade de 20 anos , estudantes nível superior médio , com dedicação constante ao estudo da música .

O repertório musical é voltado para o pop-rock, anos 90, com interpretações de sucessos de bandas Internacionais e nacionais tais como: Creed, Beatles, Capital Inicial, Barão Vermelho, Cazuza, Jota Quest, Lulu Santos, Detonautas, Skank, Wilson Sideral, Cpm22, Ls jack, RPM e suas próprias composições: Nathaly , Te Procuro , 7º Tapa , O Caos, Tudo vai dar pé, Os Três Patetas.

O seu público é variado, predominantemente de jovens apreciadores do Pop-Rock.
A banda conta com relevante apoio da imprensa local e regional, através da divulgação nos jornais e rádios (entrevistas, shows, músicas e participações diversas), o que tem contribuído para torna-la conhecida, em aproximadamente 150 cidades de Minas Gerais e outros Estados.

Destacamos a divulgação de suas músicas, pelas rádios regionais tais como: Transamérica , Tropical Fm, Alternativa 91Fm, Antártida, Galáxia, Caraça e Rádios Comunitárias.
Os Principais shows realizados são:

Promoções oficiais das prefeituras(João Monlevade , Santa Bárbara,Barão de Cocais, Itabira, São Domingos Do Prata, Nova Era, Rio Piracicaba, Raul Soares, Brumadinho, Urucânia, Festa Country(Alvinópolis), Fest Rock Gevê (Governador Valadares), Cavalgadas, Encontro de Motociclistas, Encerramento das Olimpíadas da Acesita(Timóteo), Aniversário da Rádio Alternativa(Joao Monlevade), Aniversário Radio Tropical (Dionísio) , Festa da Família (Colégio Kennedy-João Monlevade), Pop Rock Café BH, Flor e Cultura BH, Bar e Restaurante Pau e Pedra BH, Boite Meli-Melo RJ, Festivais de Músicas, Casa de shows e eventos , clubes recreativos e abertura dos shows: Wilson Sideral , Jota Quest , Tia Nastácia , 14 Bis , Aggeu Marques , Engenheiros do Hawai e Ls jack .
Ressaltamos que a banda In Focus, nos meses de Outubro a Novembro de 2001, participou do Festival de Novos Talentos no Rio de Janeiro, com a presença de aproximadamente 200 Bandas do Brasil inteiro.Conquistando o 1º lugar nas Oitavas de Final, Quartas de Final, Semifinal e ficando em 3º lugar geral no Festival.
A In Focus foi considerada por um festival de jovens bandas do vale do Aço, como uma das 3 melhores bandas da região. Com isso a Musica Te Procuro foi escolhida pra entrar em um cd com as melhores musicas do ano tocadas no vale do aço!!!!

Olá à todos,

esse blogo nasceu com a idéia de divulgar as informações coletadas em nosso trabalho acadêmico sobre bandas covers. Este blog será um portal de informações sobre tudo que considerarmos válido e interessante acerca do assunto referido. Espero que vocês gostem,

Abraços!

POR DANIEL MACHADO

Olá,

Sejam todos bem vindos ao Blog Bandas Covers.

[ ver mensagens anteriores ]
Visitante número: